Ana Maria Freitas — fotografia de perfil

ana maria freitas

Idiossincrasias – muitas.
Meio-termo – valorizando o equilíbrio e o crescimento pessoal daí resultante.
Pensar dentro(fora) da caixa – qual caixa, e de quem? Talvez oscile entre ambas.
Aprender – literalmente com todos os que cruzo no meu caminho.
Gratidão – todos os dias. por todas as bênçãos. (mesmo as que não reconheço nesse momento)

Venho da Ciência.

Com um doutoramento em neurociências e um mestrado em genética molecular, ambos sob o chapéu das doenças neuromotoras – doença de Machado-Joseph e doença de Parkinson. O cérebro, e o quanto continua desconhecido, fascinou-me. A experiência pessoal de ter tido um caso de doença neurodegenerativa na família, comoveu-me.

Venho do Serviço.

Voluntária junto de pessoas em circunstâncias de grande fragilidade. E, em regime pro bono, colocando o meu conhecimento e tempo ao serviço dos outros. Missão, propósito, responsabilidade, coisas maiores do que eu – mantêm-me em movimento e produzem mudanças significativas dentro de mim. Poder estar ao serviço da comunidade em que estou inserida é uma das maiores honras da minha vida.

O que mais?

Master practitioner em programação neurolinguística, coaching com certificação internacional, formação em academia de música. Hobbies: música/piano, cinema, caminhadas, habitar possibilidades (será isto um hobby?). Encaixar em rótulos pré-definidos não é comigo, os meus interesses são variados. Abandonei há muito as ideias utópicas de perfeição e ausência de erro. Ainda assim, sou dedicada e diligente em cada projeto a que me proponho. Uma das minhas últimas (loucas) aventuras é uma microempresa de edição de livros: sigla LAR. O meu objetivo é resgatar e preservar o nosso património cultural nacional.

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