‘Era uma vez, longe, muito longe’, existia a escrita à mão. E o pensamento lógico tinha modo e oportunidade de se organizar – antes, durante e depois – das letras desenhadas no papel. O tempo da escrita manual é substrato para ordenar o caos mental e encontrar discernimento.
(sugestão: ler artigos sobre os benefícios do journalling)
Hoje, o documento é trabalhado de forma simples e rápida. Surge um problema: ideias repetidas no texto; conceitos introduzidos que são inúteis ou pouco desenvolvidos; linha argumentativa estéril; ou a conhecida ‘cegueira’ do autor que, após (re)ler consecutivamente, já não deteta um erro de escrita. São necessários olhos ‘frescos’, externos.
Que valor acrescentado obtém com este serviço?
A resposta é simples:
(i) conhece aquele suspiro exasperado do seu orientador, depois de ler o texto que lhe enviou? Pois bem; deixará de ser alvo disso;
(ii) as correções recebidas a posteriori do seu orientador deixam de ser um vislumbre do apocalipse e passam a ser sugestões mais finas, inerentes ao tema em estudo, otimizando assim o manuscrito;
(iii) ao entregar ao seu orientador um documento mais afiado, os prazos são cumpridos e, especialmente, há redução de stress (para ambos).
Qual é o valor disso?
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